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CORRENTINA - Preso em operação do MP-BA, presidente da Câmara de Vereadores de Correntina é solto

reso em operação do MP-BA, presidente da Câmara de Vereadores de Correntina é solto

O presidente da Câmara de Vereadores de Correntina, no oeste da Bahia, Wesley Campos Aguiar, conhecido como Maradona, foi solto na última quarta-feira (15), após 22 dias preso. Ele e outros cinco vereadores haviam sido detidos na operação "Último Tango", deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) no dia 26 de outubro.

Segundo a promotoria, todos os presos estariam envolvidos na formação de organização criminosa suspeita de fraudar processos licitatórios e contratos na cidade e desviar verbas públicas mediante pagamento de gratificações indevidas a servidores. O grupo também teria feito exigências ilícitas ao prefeito da cidade, inclusive a entrega de propina de R$ 50 mil para alguns vereadores em troca da aprovação de projetos de lei.

Três dos presos foram soltos em 30 de outubro, enquanto os outros dois foram liberados no dia seguinte, 31 de outubro.

Em entrevista ao G1, o presidente da Câmara de Vereadores disse que é inocente. "Eu vou provar por A mais B que fui preso de forma arbitrária, sem direito ao contraditório e que sou inocente", disse.

 

 

Quando a operação "Último Tango" foi deflagrada, na manhã de 26 de outubro, o MP-BA havia divulgado que cinco vereadores haviam sido presos entretanto, no final da tarde daquele dia, mais um vereador foi levado para prisão. Todos ficaram custodiados na delegacia de Santa Maria da Vitória, distante 54 km de Correntina.

 

Ao todo, respondem ao processo os vereadores: Juvenil Araújo Souza, Jean Carlos Pereira Santos, Milton Rodrigues Souza, Nelson da Conceição Santos, Adenilson Pereira de Souza e Wesley Campos Aguiar.

Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organizações Criminosas de Salvador. As polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal auxiliaram no cumprimento dos mandados.

A investigação do MP-BA foi feita por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), com o apoio da Coordenadoria de Segurança Institucional e Investigação (CSI), Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais (Caocrim), Centro de Apoio Operacional de Proteção às Promotorias de Proteção da Moralidade Administrativa (Caopam).

 

Fonte: https://g1.globo.com/