• Barreiras, 20 de julho de 2010 – As inscrições para o VI Seminário do Cerrado, que será realizado entre os dias 8 e 11 de setembro, no Centro Cultural de Barreiras, já estão abertas e podem ser efetuadas no Instituto Bioeste, no valor de R$ 10 para os mini-cursos, e R$ 10 para a programação com palestras.

     

    Organizado em comemoração à Semana do Cerrado, o seminário visa discutir medidas para conservação da biodiversidade do bioma no oeste da Bahia. Em sua 6ª edição, o tema também estará voltado para o Ano da Biodiversidade, instituído pelas Nações Unidas em 2006, que traduz numa campanha global para incentivar medidas de conservação em todo o mundo. A organização espera a participação de aproximadamente 300 pessoas.

     

    A programação deste ano inclui 10 mini-cursos, 7 palestras, e 4 mesas-redondas. Segundo a coordenadora de áreas protegidas do Instituto Bioeste, a bióloga Aryanne Amaral, a programação discute a situação em que o Cerrado se encontra em relação à sua biodiversidade. “Também pretendemos divulgar projetos e ações ambientais realizados no cerrado da região, além de promover eventos culturais e artísticos, incluindo exposições”.

     

    Serão discutidos temas como a regularização ambiental de imóveis rurais, educação ambiental na Bahia, e a relação entre o desenvolvimento agrícola, e as populações tradicionais. Os inscritos também poderá se aperfeiçoar em mini-cursos, como sistemas agroflorestais, compostagem, e planejamento e gestão ambiental, dentre outros.

     

    O Instituto Bioeste, a Secretaria Municipal de Educação de Barreiras. Agência 10envolvimento e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) integram a comissão organizadora do evento. A programação completa do VI Seminário do Cerrado pode ser conferida no website: www.seminariocerrado.xpg.com.br.

    Inscrições:

    Trabalhos científicos – até 30 de julho

    Monitoria – até 30 de julho

    Mini-cursos – até 30 de agosto – R$ 10,00

    Programação geral – até 30 de agosto – R$ 10,00

     

    VI Seminário do Cerrado – Ano Internacional da Biodiversidade

    Data: de 08 a 11 de setembro

    Local: Centro Cultural de Barreiras

    Informações: (77) 3611-7173 ou [email protected]

     

    Informações para a imprensa

    Hebert Regis – Ascom Instituto Bioeste

    (77) 3611 7173 /9978 0913

    [email protected]

    www.bioeste.org.br

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    A Lagoa Azul é verde

     

    De São Desidério à Lagoa Azul são 15 quilômetros em estrada de chão, bem conservada. A paisagem é de mata de cerrado nativo e em alguns trechos, apresentam-se fazendas de gado que devastaram a paisagem natural para abertura de pasto.

     

    A Unidade de Conservação foi criada pelo Governo Municipal. Logo na entrada do parque, há uma estrutura semi-pronta de um abrigo para os visitantes, o prédio possui telhado coberto, espaço para banheiros, loja para comercializar artesanatos e alimentos, falta ainda instalação elétrica e hidráulica.

     

    Após o abrigo, segue-se por uma trilha, onde estão espalhadas placas de madeira que indicam as espécies de árvores que ali se encontram. Se o visitante estiver com sorte, é possível avistar macacos bugios, ou guaribas nos galhos das árvores à procura de alimentos, são animais ariscos e preferem ficar longe e escondidos da presença humana. Os pássaros, pelo contrário, gostam de se exibir, com seu canto e plumas coloridas que se destacam por entre as árvores. Durante o trajeto vê-se ainda cupinzeiros nas árvores, formigueiros gigantes, uma diversificada espécie de insetos e borboletas à procura de pólen.

     

    A caminhada é leve e agradável, em pouco tempo chega-se ao mirante da Lagoa Azul. A vista é fascinante, do alto de uma pedra é possível contemplar um gigantesco lago que apesar de ter o nome de Lagoa azul, suas águas são de um intenso verde, margeado por uma nata esbranquiçada que serve como filtro das impurezas que caem no calmo espelho d’água, como folhas, excrementos de animais. Paredões rochosos cercam toda a extensão da lagoa, da pedra do mirante até a água, são 40 metros de altura e nesse ponto a água pode ter a profundidade de 14 a 15 metros.

     

    Segundo o guia turístico de São Desidério, Jussyklebson da Silva de Souza, tanto em períodos de estiagem quanto de chuva, a tonalidade da água não muda e nem a quantidade de água dentro da lagoa. Permanece sempre a mesma, verde, calma e profunda.

     

    O silêncio e a natureza intocada tornam o cenário único, de beleza indescritível e poética. Nos céus, revoada de pássaros fazem um bailado que chama a atenção. No alto dos paredões as pedras formam imagens que despertam a imaginação.

     

    Alguns metros dali, seguindo uma pequena trilha, esta o aquário natural. Milhares de peixinhos movimentam-se freneticamente. A água apesar de limpa, somente é possível visualização na parte superficial, devido à profundidade que chega até 60 metros. Ao fundo o paredão vermelho completa o cenário. No chão, folhas secas que vez ou outra são levadas pelo vento. (Luciana Roque/Ascom Instituto Bioeste)

     

    Fonte: bioeste

     

  • Barreiras, 15 de abril de 2010

     

    Apesar do fracasso no fim de 2009, da 15ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), em Copenhague, na Dinamarca, os reflexos das mudanças climáticas continuam a ter interferência local, principalmente com os chamados extremos climáticos. O Cerrado em Foco, coloca a opinião de pesquisadores que mostram a relação direta da expansão agrícola e do mau uso da biodiversidade - como o desmatamento e as queimadas – com os efeitos das mudanças climáticas.

     

    O Cerrado em Foco mostra, em sua reportagem de capa, do fenômeno da desertificação que já vem ocorrendo no oeste da Bahia, que pode prejudicar o agronegócio da região. O leitor também pode acompanhar a entrevista com o promotor de justiça titular da 1ª promotoria de Barreiras, Eduardo Bittencourt, que atua em conjunto com os órgãos ambientais na adequação ambiental das margens dos rios de Barreiras.

     

    Esta edição também comemora o sucesso do Programa Conservação da Biodiversidade, uma parceria entre a Conservação Internacional, Instituto Bioeste e a Monsanto, que já trabalhou no diagnóstico ambiental de 86 milhões de metros quadrados de propriedades rurais. O projeto tem o objetivo de envolver os produtores na conservação dos remanescentes da fauna e flora, evitar o desmatamento ilegal, e o cumprimento da legislação.

    Conheça também o lobo-guará, na seção cerrado, o maior canídeo da América Latina, sendo ameaçada de extinção, e a entrada do Instituto Bioeste na Associação Internacional da Soja Responsável (RTRS, na sigla em inglês).

     

    Tudo isso e muito mais você confere no Cerrado em Foco.

     

    Cerrado em Foco – edição Nº 4

    Publicação dirigida Março/Abril 2010

    Realização: Instituto Bioeste e Conservação Internacional

    Link: http://www.4shared.com/document/IHY4aOr8/Cerrado_em_Foco_ed_4_-_ed_fina.html

     

    Fonte: http://bioeste.blogspot.com/2010/04/mudancas-climaticas-e-tema-do-cerrado.html

  • O planeta está sendo bombardeado por todo tipo de poluição, e o pior disso tudo é que o mundo parece não perceber o quanto é afetado por ela. Não é necessário ficar descalço em um lixão para está propenso a adquirir alguma doença. Até o ar pode causar problemas de saúde. E como? Desde irritação nas mucosas dos olhos e nariz, ardor e desconforto de garganta até agravamento com sérias debilidades como bronquite crônica e enfisema, contribuindo para o desenvolvimento de problemas cardiovasculares e pulmonares.

     

    Pesquisas indicam que os riscos de câncer em indivíduos que vivem mais de 20 anos em grandes centros urbanos aumentam em 42%. E por quê? Porque nas cidades os níveis de óxido de carbono, bactérias e substâncias nocivas são bem maiores. Quanto mais poluída é a cidade, mais esse percentual é elevado. O biólogo da Secretaria de Meio Ambiente e Turismo de Barreiras, e professor da Universidade do Estado da Bahia, Valmir Dâmaso, participou dessa edição do Fala Cerrado, para uma entrevista sobre os tipos de poluição, as conseqüências e as formas de reverter esse problema que atinge todo o Planeta.

     

    O Fique por Dentro fala sobre uma estratégia australiana que reveste um prédio com um tecido que mantém a temperatura ambiente, e ainda possui led em suas fibras que funciona como emissor de energia. Na seção cerrado o bicho da vez é a onça pintada. A edição ainda trás, como sempre, as principais notícias sobre meio ambiente.

     

    Tema: Conseqüências da poluição para a saúde

    Exibição: 06/03/2010

    Entrevista: Valmir Dâmaso – biólogo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo de Barreiras

    Realização: Instituto Bioeste e Núcleo de Educomunicação Ambiental de Barreiras (NEA)

    Confira aqui: http://www.4shared.com/file/238898902/825b5342/Programa_fala_Cerrado_-_Conseq.html

     

     

    Fonte: http://bioeste.blogspot.com/2010/03/falando-sobre-poluicao.html