• O grande fotógrafo Napoleão de Mattos Macedo homenageava seu único filho e da esposa, D. Zilda, NAPOLEÃO AUSTREGÉSILO DE MACEDO, o Napoleãozinho, fotografando-o e fazendo belas montagens, como na primeira foto, em que, com sua habilidade, coloca três retratos do filho em torno da mesma mesa, na primeira foto; Napoleãozinho já adulto e outra, descendo de um avião da Panair do Brasil, na vinda para casa, de férias, quando estudava no Rio de Janeiro.

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    Quem foi a principal personagem nessa luta vitoriosa pela independência de nossa terra, que a tornou município, com a sua Intendência - assim se chamava, então, a Prefeitura e seu Conselho Municipal - nome dado hoje à Câmara de Vereadores?

     

    Arrisco-me a dizer que foi a chuva abundante, que, mesmo Barreiras estando no nordeste, muito castigado pela seca, aqui a nossa região é privilegiada, presenteada com chuvas torrenciais, que fazem seus rios transbordarem, em inundações como a da primeira foto, que é, talvez, de 1997, foi reproduzida por Napoleãozinho, o filho, também fotógrafo, de Napoleão de Mattos Macedo. 

  • No site de Ignez Pitta tem um artigo interessante sobre a história do Aeroporto de Barreiras confira!

    PS: O site encontra-se off line, mas voce procurar por Ignez Pitta no Facebook.

  • O Brasil foi descoberto na Bahia e a partir do seu litoral iniciaram-se as entradas ao interior, penetrando a princípio através dos rios que desaguavam no oceano. Os desbravadores buscavam metais e pedras preciosas, bem assim terras férteis e dotadas de chuvas regulares e bacias hidrográficas perenes, que foram encontrar principalmente às margens do rio São Francisco e seus afluentes, já que mais de 50% do território baiano acha-se situado no polígono das secas. Com sementes e gado, trazidos das ilhas Canárias e Cabo Verde, foram instalando fazendas à beira desses cursos d´água, tanto que, no Brasil colonial o São Francisco era apelidado de “rio dos currais”.

     

    Na nossa região, à margem esquerda do São Francisco, em 02 de dezembro de 1698, tanto vicejavam as fazendas, que o rei de Portugal, D. Pedro II, assinou uma carta dirigida ao Governador Geral do Brasil, D. João de Lancastre, ordenando que instalasse arraial, para dar proteção aos povoadores, em suas fazendas de gado, citando a lagoa de Parnaguá (hoje, no Piauí), o rio Preto, que deu origem a Santa Rita de Cássia; o rio Grande, onde se criou Campo Largo, atual Taguá, distrito de Cotegipe; o rio São Francisco, fazendo surgir Barra, onde o rio Grande deságua no São Francisco. Também foi criado Pilão Arcado, à margem do São Francisco, que hoje pertence à região norte da Bahia. Por força dessa carta régia, toda a área à esquerda do São Francisco, que se convenciona chamar Oeste baiano, assim como a parte norte, (futuro estado do rio São Francisco) em 1700 foi elevada à condição de distrito de Cabrobó, Pernambuco, com sede em Barra, iniciando-se desse modo a institucionalização da região, com a criação de cargos governativos, sendo o primeiro o de juiz. A carta régia que deu origem à urbanização da área em estudo vinha sendo solicitada há mais de 20 anos pelos habitantes de Barra e foi o ponto de partida para o desenvolvimento e criação dos municípios que evoluíram a partir dos primeiros arraiais.

    Fonte:

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